E se a evolução humana tivesse sido diferente?
Poderia ter sido assim.....

Ai, que feiinha
Que é a vaquinha!
É branca e preta
Tem muita teta
É gorduchuda
E mamalhuda.
Cabeça com cornos
Dá-me treçolhos
Só de a olhar.
De vomitar
Fico com ganas
E sem tesanas.
E desarmado
Fico parado.
Todo encolhido
Sou repelido
Pelas mocinhas,
Que tem coisinhas
Que me dão prazer
E vontade de _ _ _ _ _.
Ofereço uma coisa que eu cá sei – é surpresa, eheheh.... – a quem adivinhar a última palavra deste «poema» marado. Como o dono. Rima com prazer... às vezes rima um bocado mal, mas isso é outra história...
Por favor, desemparem-me a loja. Não me mandem mais mail`s ofensivos – Dos outros, com conversa normal, mesmo que de treta, faxamfavor de continuar. Olhem se eu tivesse um blog mesmo meu?!... O que eu não teria já sido avacalhado?!...
Sim, digo avacalhado, que, em contagens por alto, foram pelo menos uns 357 mail`s com ordinarices e avacalhamentos aqui a este que se assina Ricardo Gomes. Tudo por causa do poema à vaquinha. Tá visto que nunca leram “O meu pipi”...
Oh, seus tarados, aquilo não rima com nenhuma palavra começada por f e terminada em er (fórmula verbal, tm sei gramática...) A palavra correcta é viver.
Repito em Caps Lock e bold: VIVER.
Passo a explicar. Aquela vaca do post do vmar é horrorrrosa. Quanto ás mocinhas (tentei pôr garinas mas não achei rima á altura), mesmo as pouco prendadas pela natureza são giras ao pé da vaca, enchendo-me de alegria por a evolução humana ter sido como a conhecemos. Mesmo com tanta desgraça por aí, estética e ética, moral e intelectual (eu sei que ética é sinónimo de moral, foi só pr`às rimas), faz-me ter alegria em ser humano, portanto dá-me prazer em VIVER. Fiz-me entender ou nem por isso?
brigado, pela paragem dos avacalhamentos.
Uma amiga e colega da faculdade chegou-se a mim (uh, tão perfumadinha, que cheirinho...) a dizer: Ó Ric, não é desemparem-me. É desamparem-me. E abalou.
Fiquei tão desamparado...
Custei a perceber o que ela queria - ou não queria...
Pois, Errata: Onde leu «desemparem-me» a loja, devia ter lido: desamparem-me a loja. Significa (des)amparem, falta de amparo por só ter comido Farinha Amparo em miúdo, nunca provei, os meus pais é que se queixam que aquilo era cá uma «mierda d`um caraças»... palavras minhas, que eles são gente com modos.